Medicação antigripal, saiba como pode afetar a saúde cardíaca.
- 21 de jul. de 2016
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As mudanças bruscas de temperatura e a baixa qualidade do ar são os principais causadores do aumento de doenças respiratórias durante o inverno. E, com isto, aumenta o consumo de medicamentos antigripais também.
Porém, segundo o pneumologista do HCor, os antigripais e antinflamatórios podem agravar doenças cardiovasculares. Desta forma, recomenda-se que hipertensos e cardiopatas, em geral, consultem o seu cardiologista antes de utilizá-los
Mas, se por um lado, tais medicamentos aliviam os sintomas típicos – e extremamente incômodos – das doenças respiratórias mais comuns nesta estação, por outro, eles também devem ser utilizados com cautela em certos casos. “Alguns destes remédios contém substâncias vasoconstritoras, como a pseudoefedrina. Por isso, podem agravar quadros de hipertensão, por exemplo”, explica o Dr. Pedro Genta, pneumologista do HCor – Hospital do Coração.
O Dr. Genta aconselha que hipertensos e cardiopatas façam uso de antigripais com o conhecimento do médico que os acompanha. “Os antigripais com vasoconstritores podem elevar a pressão arterial e descompensar doenças como a insuficiência cardíaca e insuficiência coronariana”, alerta. “Por isso, é fundamental que eles procurem orientação médica para saber quais limites respeitar, conforme a sua idade, hábitos cotidianos e as suas respectivas condições de saúde”, afirma o pneumologista do HCor.
Nada melhor para evitar as doenças respiratórias, como seguir algumas dicas para a prevenção.
A vacinação contra a gripe, a higiene freqüente das mãos, hábitos saudáveis, como uma boa alimentação, e exercícios físicos devem fazer parte da rotina diária.
Aliás, nada melhor do que ter qualidade de vida, não é? Pois é, pequenos hábitos geram grandes conquistas. E o melhor, tentar passar este inverno sem que medicação antigripal seja necessária.
Então, vamos começar a mudar?



















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